segunda-feira, 19 de novembro de 2012

FONTE: BLOG S.OS. DIRLEI


 
 
 
 
 


Praça milionária

A polêmica Praça da Cidadania

 
A chamada Praça da Cidadania, em frente ao Teatro Municipal de Cabo Frio, teria custado a bagatela de 12 milhões.

Na verdade, ninguém sabe ao certo o custo final da obra, a não ser o quase ex-prefeito Marquinho Mendes e, evidentemente, o felizardo dono da empresa MJRE, que ganhou o direito de construir a praça, que já está sendo chamada de praça da cidadania milionária.

Aliás, a MJRE foi “abençoada” com todas (eu disse todas) as obras milionárias feitas pela prefeitura de Cabo Frio nos últimos 8 anos.

 Barretada com chapéu alheio

Prédio que o prefeito quer dar

 
Pois bem, que os valores cobrados pela obra da praça foram absurdos, isso todo mundo já está cansado de saber.

Que o quase ex-prefeito ama o mar, as luxuosas lanchas e os milionários Jet Ski,s,  isso também não é novidade pra ninguém.

O que todo mundo desconhecia era o imensurável amor de Marquinho Mendes pelas pranchas de surf.

Somente um desmedido amor pela parafina pode justificar a atitude de dar para o Museu do Surf, de mão beijada, um espaço que custou milhões do meu, do seu, do nosso dinheiro.

Nada contra o Telmo Morais (Telminho, meu amigo de longa data), mas tudo contra a atitude de um prefeito irresponsável e inconsequente.

O Museu do Surf está cobrando ingresso, explorando lanchonete, restaurante, e, segundo informações ainda não confirmadas, estaria servindo até mesmo de residência para a família do dono das pranchas.


Seja homem, prefeito

O quase ex-prefeito Marquinho

 
O quase ex-prefeito deve parar de uma vez por todas com essa hipocrisia.  Se quer dar o espaço a um amigo, então, que seja homem, que seja macho, e o diga publicamente.

Casa de Wolney e Museu do Mar
A Casa de Wolney em ruinas
 

A Casa de Woney


 
O comportamento do quase ex-prefeito ao longo desses 8 anos depõe incisivamente contra ele e é a maior prova de que ele não está nem aí para valores, ao menos os culturais.

Tivesse ele o mínimo de zelo com o patrimônio cultural e não teria deixado o acervo de Wolney Trindade ser dilapidado.

Não teria permitido que o abnegado pesquisador cabofriense, Elísio Gomes, levasse embora de Cabo Frio o Museu do Mar, este sim um patrimônio de relevante valor cultural.

Novo conselheiro

Charles Domingues

 
Charles Domingues, o ambientalista, blogueiro e colunista do blog Cartão Vermelho, é o novo Conselheiro da associação Uni-Amacaf no Plano Diretor de Cabo Frio.

 
Falta de vergonha na cara (1)

A Estrada da Integração, intransitável

 
O que o quase ex-prefeito Marquinho Mendes fez com a população é caso de polícia. Ele teve 8 anos e R$ 4 bilhões para fazer grandes obras. Meteu o pau em quatro bilhões e não fez nada, nada, não fez coisa nenhuma.

Às vésperas da eleição, para tentar alavancar a candidatura de Jânio é Mendes, Marquinho danou a iniciar obras. Mas, dia seguinte a eleição, com a surra histórica que levou nas urnas, sem o mínimo de pudor ou de vergonha na cara, Marquinho simplesmente paralisou tais obras.

Os casos mais gritantes são a Estrada da Integração e o “buraco de tatu” no bairro Santo Antônio, em Tamoios, que ligaria o bairro ao outro lado da rodovia.

 Falta de vergonha na cara (2)

Marquinho é reincidente. Nas duas obras citadas acima ele usou do mesmo artifício na eleição de 2008: colocou placas, iniciou as obras e, passada a eleição, largou tudo de mão.


Atestado de burro

O que causa indignação e revolta é a impunidade. Marquinho agiu como estelionatário em 2008, passando um atestado de burro no eleitorado. E o que lhe aconteceu? Nada!

Marquinho agiu como estelionatário e de novo passou um atestado de burro no povo, em 2012. E o que lhe aconteceu, ao menos até agora? Nada!
 

Código de Defesa do Eleitor

Assim como o consumidor tem o CDC (Código de Defesa do Consumidor), que pune os maus empresários nas práticas abusivas nas relações comerciais, acredito que a única forma de evitar abusos como os cometidos pelo quase ex-prefeito Marquinho Mendes nas eleições de 2008 e 2012, seria a criação de uma espécie de CDE (Código de defesa do Eleitor).

Com a palavra o Congresso Nacional.