DESERTORES -Editorial
Por Beth Michel
Com relação à deserção do Sr. Carlos Sepúlveda Alves (EX–DEM) do grupo político de Alair Corrêa (PP), gostaria de JUSTIFICAR meu comentário postado no blog deste último, (*)
Conheço o professor em questão a cerca de 10 anos – quando compartilhávamos como convidados da mesa redonda (todas as sextas-feiras) da radialista Iva Maria na rádio Cabo Frio, e por esta razão tenho alguma facilidade de acesso ao indigitado.
Nestes anos, algumas pessoas me alertaram (reiteradamente) a respeito da confiabilidade (ou falta dela) do referido senhor, inclusive alguns parentes próximos que tiveram com ele experiências desagradáveis…
Acontece que eu sou daquelas que prefere não julgar – a menos que todos os limites do “razoável” sejam ultrapassados. E assim sendo, quando me deparei com o Sr. Sepúlveda no grupo de Alair (2007) preferi a civilidade, sem, no entanto, ficar atenta. Cheguei a questionar alguns amigos próximos quanto à conveniência do indigitado no grupo, mas fui aconselhada a “dar um desconto”. E assim fiz, porém sem perdê-lo de vista.
E lhes garanto que por algum tempo até acreditei (apesar da flagrante inércia) que havia um real interesse deste senhor em fazer o melhor. Ou por outra, se não ajudava, pelo menos não atrapalhava! Ainda mais por que ele se dizia um “crente” – leia-se fazia tudo (ou melhor, dito: NADA) por amor à causa. Gostar, como GOSTAR, não gostei, mas tentei “administrar”…
Se o senhor Sepúlveda depois de TUDO o que calei a seu (dele) respeito, se dá ao trabalho de me dizer claramente que havia desistido de maneira irretratável da POLITICA, mesmo tendo eu lhe dado a oportunidade de: silenciar, confirmar ou negar; ainda assim me diz (por escrito) claramente que eu negue – e afirma que: está fora da política em definitivo! O que se esperaria que eu fizesse? Dei o desmentido que dei com todas as letras. E agora me deparo com este troço asqueroso! Bem… A esta altura a “coisa” já não é mais com Alair, Janio, ou com quem quer que seja. É PESSOAL!
O individuo em questão MENTIU e mentiu deliberadamente enquanto negociava seu preço – me usou e a outras pessoas para rifar sua “lealdade”. Outros que mudaram de lado e o disseram claramente, merecem todo o meu respeito. Mas, quem mente e usa meios sub-reptícios para se justificar só merecem o meu mais profundo desprezo.
E eu Elizabeth Michel faço questão de lhe dizer “senhor” Sepúlveda: FOI TARDE! E QUEM QUISER QUE O COMPRE (literalmente). Aliás, quem o “comprou” que se cuide, um provecto mercenário, dificilmente irá rever seus conceitos. Acho até que devemos – nós pessoas de bem; agradecer ao Sr Janio Mendes por nos livrar do lixo que nos empesteava – e isto se refere igualmente a alguns outros pestilentos… BOM PROVEITO!
Em tempo: VAI CUSTAR CARO!
