TIRA GOSTO – em tempo
Acabo de receber a informação de fonte segura de que o Professor Doutor Carlos Sepúlveda, não está envolvido em campanha política de NENHUM candidato.
TIRA GOSTO
• Nem tudo é discórdia ou baixaria no mundo dos blogs. Por exemplo: concordo com Renato Silveira que este negócio de alfinetadas entre blogueiros é totalmente contra produtivo para os leitores, que estão atrás de informações e não de pendengas pessoais ou de fofocas, principalmente por que os protagonistas não são o que os antigos chamavam de “colunáveis”.
• Entendam-se como fofocas e pendengas, tudo que é fruto de especulação ou de ressentimentos pessoais (justificados ou não); e sem nenhuma base passível de comprovação. Outrossim, os fatos comprováveis podem e devem ser abordados segundo o estilo pessoal de cada autor, ou linha editorial adotada pelo veículo. No meu caso prefiro o bom humor, e ás vezes uma pitada de sarcasmo.
• Outra concordância é com Vinicius Peixoto, quando diz que em vez de ficar remoendo picuinhas passadas e de que ninguém mais – a não ser os próprios rixentos; se lembra, muito mais interessante é trabalhar para o futuro! Porém, só trabalhar não basta, há que se compartilhar os resultados (ou pelo menos as intenções) deste trabalho com todo o público e não só com os próprios seguidores. Se for de ”carrocinha”, de “bonde” ou de “jet-sky”, é irrelevante…
• Trabalhar é ótimo – e em se tratando de gestão pública é imprescindível. Sempre e quando seja para o bem comum, e não só para ganhar uma eleição! E Vinicius mais do que ninguém – pois já presenciou este tipo de trabalho; deveria saber que o trabalho realizado pelos “alairistas” se baseia em projetos concretos e factíveis, e não em promessas vagas e que serão esquecidas já na contagem dos votos!
• Claro está, também, que não se pode obviar por completo atos relevantes passados, sejam eles bons ou maus, mas se ater tão somente ao passado é idiotice e só leva a estagnação. Quem se prende ao passado acaba sem futuro, dizia minha vovó! O passado só serve se for usado como parâmetro para tornar o presente e o futuro melhores. Ou será que não?
• E agora que já concordei bastante, e antes que comecem a me chamar de baba ovo ou coisa pior (não que isso importe), vou entrar no campo das discordâncias e das cobranças, só para não perder o costume, e vamos começar pela volta do recesso da Câmara de Vereadores, sim senhores!
• Só para lembrar: nas últimas sessões da nossa casa legislativa, os nobres vereadores ficaram de convocar para prestar esclarecimentos: o delegado sobre o assassinato do vereador Aires Bessa; os responsáveis pela Liga de Escolas de Samba e o responsável pela Morada do Samba, e muitos outros casos que permanecem igualmente nebulosos. Estaremos muito atentos à próxima sessão que terá lugar no dia 2 de fevereiro.
• E esta foi minha semana de ouvir a palavra “esforçado/a”! Tem palavras chatas que são como certas musiquinhas – de tanto ouvir, você acaba repetindo, mesmo sem querer… No meu tempo quando um professor não queria chamar um aluno de burro ou “caso perdido” dizia para os pais que era “esforçado”, ou seja, por mais que se esforçasse não conseguia obter bons resultados. E vamos combinar que ser assim adjetivado é desmoralizante, ainda mais quando se trata de um adulto!
• Uma amiga que por força do exercício da profissão tem certa convivência com o Secretário de Cultura me disse: “Betinha, pega leve! O Zé (Correia) é super esforçado, eu já vi ele aos berros exigindo mais empenho dos seus subordinados”. E o quico? O Secretário não é pago para ser esforçado, é pago para ser eficiente. Se não consegue ser obedecido que passe o bastão, oras!
• Outra que dizem (e eu acredito) ser muito “esforçada” e até mesmo “crente” é a Secretária de Educação – Laura Barreto. Segundo a pessoa que assim a adjetivou, ela promove reuniões intermináveis com seus subordinados e diretores/as de escolas, muitas delas muito festivas, com a quais tenta bravamente conseguir a “colaboração” dos mesmos… Como assim “colaboração”? Metas uma vez discutidas e estabelecidas devem ser cumpridas! Ainda mais na Educação, que envolve o futuro de milhares de crianças e jovens que não podem interferir (e se defender) na execução destas metas.
• Muitos outros membros do primeiro escalão do governo são “explicados” por adjetivos parecidos, tais como: ter boa vontade; ter pouco “transito”; ser a pessoa certa no lugar errado… E por aí vai! Explica, mas não justifica! A palavra que melhor substitui todos estes adjetivos é: incompetência! E em alguns casos pode ser acrescida de “ganância” e até de “cumplicidade”!
“TIRE SEU SORRISO DO CAMINHO, QUE EU QUERO PASSAR COM A MINHA DOR!” – Nelson do Cavaquinho em A flor e o espinho.
A cidade continua nos doendo enquanto “eles” nos colocam seus sorrisos no caminho… E mais não digo (por hoje) para não tornar ainda mais desagradável este já tão nebuloso sábado!
