FONTE: BLOG BETH MICHEL
TIRA GOSTO

• Como será que devemos interpretar a frase: “A polícia sabe quem assassinou o vereador, só não fala porque não quer” (sic) dita por nosso ilustre presidente da Câmara? Será mais uma ânsia de vômito contido?
• Por que a polícia não haveria de “querer falar” o que sabe? Será que o filho do pastor Wanderlei também saberia? E se sabe por que omitiria?
• E se o ilustre vereador sabe que a polícia já sabe, o que teria de precipitado em convocar de imediato o Delegado para que este tivesse a oportunidade de colocar um ponto final neste terrível episódio? Por que deixar para depois do recesso?
• E por falar no nosso vereador assassinado, o que tem a Câmara a dizer sobre o gasto de R$ 16.000 efetuado por conta das exéquias de Aires Bessa?
• Impressionante o efeito avalanche que provocou o pedido do Dr. Taylor para o ordenamento de espaços públicos e conservação dos mesmos, que estão sob o comando do secretário Eduardo Leal. Foi “pá-pum” em menos de 12 horas lá estavam os vereadores Zé Ricardo e Rogério na secretaria promovendo cobranças a la poderoso chefão.
• Não tenho opinião formada sobre o vereador Zé Ricardo. Aliás, se tropeçar com ele na rua sou capaz de não reconhecer. A única coisa “marcante” que me ficou gravada na memória foi a velocidade com que ele lia o expediente da Câmara – parecia um narrador de turfe radiofônico. O que não é nada, não é nada… Não é nada mesmo.
• Outro que não se dá por achado e acredita que não existe diferença entre a coisa pública (nossa) e a coisa privada (dele) é Fernando Comilão. Depois que assumiu a liderança governista então… Está mais espaçoso e cara de pau do que nunca.
• Antes “só” invadia a calçada na frente de seu restaurante/pousada; e fazia cara de paisagem quando se falava em privilégios nas hospedagens pagas pela prefeitura. Agora escancara geral e ainda se faz vacinar indevidamente no lugar dos munícipes mais necessitados. Tá como o diabo gosta!
• Ainda sobre o Comilão, nas eleições anteriores ele abria uns cursinhos de informática pela cidade para atender a população menos favorecida – teve um aqui do lado da minha casa. O nível do ensino era só um pouquinho pior do que o do próprio vereador; e o daqui da Gamboa fechou as portas antes de terminar…
• Outro que foi de uma infelicidade que é limítrofe à infantilidade foi o vereador Silvan Scapini. Em uma destas sessões pediu a palavra para agradecer aos companheiros que o abrigaram no PP – até aí tudo bem! Mas, o agradecido edil foi além e disse textualmente que era de “origem muito humilde e que precisava muito do cargo de vereador…”. E “oquiqui” nós temos com isso? Vereança não é emprego! Ou será que é?
• É verdade que além do “salário” de vereador a família dele tem alguns por fora. Como um aluguel de uma casa de sua (da família) propriedade para a prefeitura. E segundo dizem as más línguas, ele também tem a preferência para distribuição de terras públicas na estrada do Guriri – uma espécie de “minha casa minha vida” extra-oficial. Caso seja verdade, só espero que pelo menos seja distribuição gratuita – e para quem realmente necessita…
• Ainda não recebi o prometido “discurso” de Bira do KÔ, mas pelo visto o Dr. Taylor pegou “o touro pelas guampas”e vai “convidar” por oficio toda a turma do carnaval que andou aprontando para se explicar na Câmara. Seria bom que isto fosse feito ANTES do prefeito dar a primeira parcela da subvenção que costuma sair logo depois do Natal. Se isto acontecer vai ter muito diretor de escola “levado” que vai receber carvão em vez de presente…